CATÁLOGO is a work in progress project.It is varied in its format and in its presentation mode. It is a research project centred on the SELF. Catálogo is a project about identity. It is a project on the construction and deconstruction of social, cultural, political identification processes (...) Who am I? I am...Recurring topics: My body. My gender. My sexuality. My place in the world. My place in Politics. My place in Art. My place in Today. My place in the Past. My place in the Future. Myself as long as I am here, alive.

#1 

Auto-retrato 2008, Porto (Esta imagem pertence a um video que foi apresentado no Balleteatro (Estúdio Experimental);


#2  

Descrição: O corpo como matéria dançante a interrogar/explorar impossibilidade e limitações de movimentação. Aprisionar, restringir, desencorajar e rejeitar são algumas das palavras-chave presentes na improvisação. A fita-cola de papel surge como elemento primordial nas ações.

Espaço de ensaios de Radar 360 - Fábrica da Alegria (Porto, 2008)


#3 
Descrição: Um aglomerado de folhas de jornal, fita-cola, duas capas-de-chuva, uma mochila e uma máscara amarela são os materiais utilizados nesta performance. A proposta é subjectiva e claramente abstrata e utiliza o corpo/performer como matéria e instrumento de exposição e pesquisa.
Esta proposta foi apresentada no Contagiarte (Espaço de formação e apresentação artística no Porto) e no espaço Maria Vai Com as Outras (Espaço comercial de literatura no Porto) inserido no Festival da Fábrica/Porto.
Produção: Produção de Risco/Fábrica de Movimentos


#4 
Descrição: Incorporo o meu corpo em posições icónicas associadas a esculturas e pinturas clássicas, onde o corpo masculino é representado (estereótipo) de modo heróico e erótico.Este projecto foi apresentado no Festival Festa da Dança 08 em Lisboa no Espaço Bomba Suicida. As fotografias aqui apresentadas aconteceram em ensaio na Sala Experimental do Balleteatro.
Fotografias de ©Joana Castro 


#5

CATÁLOGO | Brian Slade (2007)

Descrição : Cobrir a cara com fita cola. A peruca surge como símbolo à personagem fictícia Brian Slade do filme Velvet Goldmine realizado em 1998 por Todd Haynes. Notifico este filme como um dos mais marcante da minha adolescência, cuja personagem viveu e se prolongou no meu imaginário. Refiro-me a Brian Slade como Ícone e figura inspiradora para a minha construção de uma linguagem e / ou imagem perante o olhar social, suscitando o levantamento de uma serie de questões sobre liberdade (?) - libertação de dogmas e morais, meus, herdados por uma educação cristã.

O filme foi apresentado a primeira vez de 21 de Maio a 19 de junho de 2010, na casa da esquina em Coimbra, inserido na exposição "Novas cartas Portuguesas" por ALL MY INDEPENDENT WOMAN com curadoria de Carla Cruz;


#6

14 de Novembro de 2010 é um filme que regista o meu percurso de casa até á maternidade/Hospital onde se encontra a minha sobrinha um dia após o seu nascimento. O video questiona a existência, a mulher, o lugar de espera, de percurso, e coloca a família como território de pesquisa e experimentação artística, e por consequência de exposição do privado. Este filme é um retrato de família. Eu e ela, Mariza.

Este filme esteve patente de 4 de Novembro a 3 de Dezembro de 2011 na exposição AMIW@VBKO (Viena, República da Austria) com curadoria de Carla Cruz, foi apresentado no All my independent woman, 2012 @ Women's Art Library, Goldsmiths University of London e a 28 e 29 de Julho de 2012 marcou presença no Programa (CICLO NÓMADA) La Tabacalera de Lavapiés/Sala de Proyecciones (Madrid, Espanhã);


#7

Descrição: Embora criado como projecto autónomo e autobiográfico, tendo a memória como palavra-chave, o projecto (design/lettering/Postcard) esteve presente de 4 de Outubro a 21 de Dezembro de 2012 na exposição "MEMORY - Chicago Torture Justice Memorials Project" em Sullivan Galleries (Chicago, 2012)


#8

Participação na exposição caminhos de Igualdade (2013, Viana Do Castelo)Descrição: Auto-retrato que se pronuncia como dúvida existencialista. A questão de (meu) género é aqui posta em cima da mesa: o que sou eu perante aquilo que o outro construiu em torno daquilo que eu serei?


#9

2009 em diante | Registo de imagem fotográfica em formato Auto-retrato

Pesquisa fotográfica em contínuo, onde o corpo (modo retrato) é explorado como potencial veiculo de exposição identitária (privado, politico ou familiar). desde As fotografias são, para já, expostas ou partilhadas em redes sociais, tais como instagram, facebook, tumblr ou pinterest.