Flávio Rodrigues (V. N. de Gaia, 1984) desenvolve desde 2006 os seus próprios projetos de criação artística multidisciplinar, experimental, processual e de carácter autobiográfico. O desenho, performance arte, manipulação de objetos, som, movimento e a escultura são os essenciais média a que recorre. Como performer repara-se como construtor e compositor de dispositivos intuitivos, recorrendo a materialidades e objectualidades maioritariamente provenientes de processos de encontro espontâneo, reaproveitamento, respigação e oferendas. A caminhada e o estado de deriva têm emergido como meritória base processual.